"A culpa é de quem?", perguntava um grupo brasileiro de rock pós-moderno.
Quando acontecem coisas boas, sempre aparece alguém para receber os parabéns.
Quando acontecem coisas ruins, sempre aparece alguém para botar a culpa em Deus.
Vejam (na apresentação abaixo) o que Ele acha disso,
e comente sobre as responsabilidades que podemos assumir!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
"O castigo dos bons que não fazem política
é ser governando pelo maus", disse Voltaire.
Sobre isso, nós comentamos:
Sobre isso, nós comentamos:
sábado, 11 de outubro de 2008
3 coisas
na vida,
que nunca voltam:
tempo, palavras, oportunidades.
que podem destruir uma pessoa:
raiva, orgulho, falta de perdão.
que nunca se deve perder:
integridade, paz, honestidade.
que são mais valiosas:
amor, família e amigos, ser legal.
que nunca são certas:
fortuna, sucesso, sonhos.
que fazem uma pessoa:
comprometimento, sinceridade, trabalho duro.
que nunca voltam:
tempo, palavras, oportunidades.
que podem destruir uma pessoa:
raiva, orgulho, falta de perdão.
que nunca se deve perder:
integridade, paz, honestidade.
que são mais valiosas:
amor, família e amigos, ser legal.
que nunca são certas:
fortuna, sucesso, sonhos.
que fazem uma pessoa:
comprometimento, sinceridade, trabalho duro.
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raiva,
sinceridade,
sonho,
sucesso,
tempo,
trabalho
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
10 dicas para viver com entusiasmo
Garanto que proporcionam ciclos virtuosos! A origem das frases está explicada no blog do Menta.
1. Afaste-se de fatos e de pessoas negativas. Cuidado com as notícias ruins. Afaste-se delas;
2. Aceite e valorize suas idéias;
3. Não reclame. Não fale mal dos outros;
4. Seja alegre. Ria de si mesmo. Seja bem-humorado;
5. Ilumine mais o seu ambiente de trabalho e sua casa. A escuridão traz a depressão;
6. Seja alguém sempre pronto a colaborar;
7. Surpreenda as pessoas proporcionando “momentos mágicos”;
8. Preste atenção ao detalhes. Faça sempre o melhor;
9. Invista em você. Ande limpo e bem vestido;
10. Não fique parado. Aja! Faça Já! Entusiasmo é ação!
E aí?!
Idéia relacionada:
O projeto Felicidade Interna Bruta envia emails semanais com dicas excelentes parecidas com aquelas ali em cima. Veja abaixo um exemplo.
1. Afaste-se de fatos e de pessoas negativas. Cuidado com as notícias ruins. Afaste-se delas;
2. Aceite e valorize suas idéias;
3. Não reclame. Não fale mal dos outros;
4. Seja alegre. Ria de si mesmo. Seja bem-humorado;
5. Ilumine mais o seu ambiente de trabalho e sua casa. A escuridão traz a depressão;
6. Seja alguém sempre pronto a colaborar;
7. Surpreenda as pessoas proporcionando “momentos mágicos”;
8. Preste atenção ao detalhes. Faça sempre o melhor;
9. Invista em você. Ande limpo e bem vestido;
10. Não fique parado. Aja! Faça Já! Entusiasmo é ação!
E aí?!
Idéia relacionada:
O projeto Felicidade Interna Bruta envia emails semanais com dicas excelentes parecidas com aquelas ali em cima. Veja abaixo um exemplo.

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A ciência de aproveitar a vida
As rodadas de virtudes não dependem apenas de tecnologia, desenvolvimento, gestão, ações coletivas! Há também o cultivo pessoal do auto-conhecimento e polir nosso lado humano através de experiências estéticas. Pois isso também configura nossa personalidade, nosso atitude, nosso estilo, nossa energia.
É isso que diz a conceituação muito interessante do designer gráfico e cientista da computação John Maeda:
"Sobreviver depende de saber o que importa mais;
viver depende de verdadeiramente sentir o que significa estar vivo;
prosperar significa como dar as benesses da humanidade a outros ao redor.
É por isso que eu sempre senti que
as artes são a ciência de aproveitar a vida!"
O pensamento original em inglês enviado pelo Thiago.
É isso que diz a conceituação muito interessante do designer gráfico e cientista da computação John Maeda:
"Sobreviver depende de saber o que importa mais;
viver depende de verdadeiramente sentir o que significa estar vivo;
prosperar significa como dar as benesses da humanidade a outros ao redor.
É por isso que eu sempre senti que
as artes são a ciência de aproveitar a vida!"
O pensamento original em inglês enviado pelo Thiago.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Só os visionários enxergam o óbvio
Este foi o título usado pelo jornalista Arnaldo Jabor em uma crônica publicada em jornal. No texto, ele comenta como o economista Paulo Rabello de Castro, diretor do Instituto Atlântico, o convenceu de que há perspectivas para que o status quo nacional seja melhorado. "Eu o considero um mix: visionário do pragmatismo", expressou Jabor.
"O verdadeiro visionário enxerga o óbvio que ninguém vê. No caso do Rio e em (outros municípios) nosso labirinto 'corrupto-burocrático-indolente-incompetente-paralítico' é tão impenetrável, que a melhor maneira de combatê-lo seria acoplar fatos e obras novas, inéditas, não testadas que reajam contra o sistema velho, criando oposições, alternativas e corroendo velhos hábitos".
Alguns exemplos de desenvolvimento socioeconômico citados são:
- uma legislação especial que desse conta do vazio deixado pelo sumiço do Estado da Guanabara, talvez a criação aqui de uma Zona Franca Financeira;
- nas favelas e outras periferias de "invasão", a viabilização de títulos de propriedade aos moradores;
- em remotos subúrbios, poderia haver a criação de ZPEs (Zonas de Processamento de Exportação). Com mão-de-obra abundante, isso possibilitaria condições reais de emprego e desenvolvimento.
"Não dá mais pé vermos de um lado os práticos homens do mal, dentro e fora da política, roubando e impedindo o progresso e, do outro lado, os desesperançados teóricos da análise crítica lamentando impossibilidades".
"As prefeituras têm de ser o lugar de experimentos imaginosos, células descentralizadas do 'novo', centros de experimentação de soluções maiores, células sim que podem regenerar as atrofias do Sistema maior".
Leia na íntegra!
O que você pensa disso?
Com qual parte você imagina que se envolveria, na sua localidade?
O que já está acontecendo neste sentido?
O que falta para isso acontecer?
"O verdadeiro visionário enxerga o óbvio que ninguém vê. No caso do Rio e em (outros municípios) nosso labirinto 'corrupto-burocrático-indolente-incompetente-paralítico' é tão impenetrável, que a melhor maneira de combatê-lo seria acoplar fatos e obras novas, inéditas, não testadas que reajam contra o sistema velho, criando oposições, alternativas e corroendo velhos hábitos".
Alguns exemplos de desenvolvimento socioeconômico citados são:
- uma legislação especial que desse conta do vazio deixado pelo sumiço do Estado da Guanabara, talvez a criação aqui de uma Zona Franca Financeira;
- nas favelas e outras periferias de "invasão", a viabilização de títulos de propriedade aos moradores;
- em remotos subúrbios, poderia haver a criação de ZPEs (Zonas de Processamento de Exportação). Com mão-de-obra abundante, isso possibilitaria condições reais de emprego e desenvolvimento.
"Não dá mais pé vermos de um lado os práticos homens do mal, dentro e fora da política, roubando e impedindo o progresso e, do outro lado, os desesperançados teóricos da análise crítica lamentando impossibilidades".
"As prefeituras têm de ser o lugar de experimentos imaginosos, células descentralizadas do 'novo', centros de experimentação de soluções maiores, células sim que podem regenerar as atrofias do Sistema maior".
Leia na íntegra!
O que você pensa disso?
Com qual parte você imagina que se envolveria, na sua localidade?
O que já está acontecendo neste sentido?
O que falta para isso acontecer?
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
A arte de fazer acontecer - gerenciamento de tempo e tarefas
Apresentação de Pedro Waengertner sobre "A arte de fazer acontecer! (The art of getting things done/GTD, de David Allen).
O GTD mostra como é necessário, para melhorar a organização/produtividade, gerenciar as tarefas relacionadas a cada input/entrada de informação/demanda. Interessante o slide sobre a visão geral do processo. Nada de misterioso, apenas um esquema prático e eficiente.
Confira abaixo, também, um vídeo em que o autor - David Allen - explica o método em detalhes.
O GTD mostra como é necessário, para melhorar a organização/produtividade, gerenciar as tarefas relacionadas a cada input/entrada de informação/demanda. Interessante o slide sobre a visão geral do processo. Nada de misterioso, apenas um esquema prático e eficiente.
Confira abaixo, também, um vídeo em que o autor - David Allen - explica o método em detalhes.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Arquivologistas organizam encontro a favor da transparência dos arquivos do Estado
O CONTEXTO:
"Estamos numa sociedade de direito, democrática e com livre expressão. Ao contrário do período da ditadura, quando as leis e o papel do estado eram outro. Hoje o Estado deve ser acessível, antes obscuro. (...) Apesar de um parco conhecimento legal, vejo que há um círculo vicioso. Estes documentos que não foram abertos - vários do período como as fichas pessoais do Dops já foram classificados como acessíveis - considerados ultra-secretos, indicam decisões dos que atuavam no estado. Os militantes políticos julgados, que usaram de práticas de guerrilha também não foram anistiados conforme dita a Lei da Anistia: excetuam-se dos benefícios da anistia os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, seqüestro e atentado pessoal. Porém os torturadores não haviam sido julgados e por isso foram anistiados. (...) Com tudo isso penso que sim, temos ainda sob guarda do Estado muitos registros classificados como ultra secretos daquele período e de outros importantes da nossa história e que podem servir de prova de crimes relacionados ao exercício do poder. Para abrirmos os arquivos, temos de atuar e discutir a lei 11.111/05. Cabe o sigilo eterno para documentos estatais? O interesse público não deve permanecer acima das decisões de governantes? A transparência da coisa pública não é algo a ser almejado? Para abrirmos os arquivos, temos de atuar na lei 11.111."
UMA INICIATIVA PARA SOLUCIONAR:
II Simpósio Acervos da Ditadura
durante o
III Congresso Nacional de Arquivologia
Rio de Janeiro, 22/10/2008 - quarta-feira
LER O ARTIGO NA ÍNTEGRA:
http://www.enara.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=445
A SUA OPINIÃO:
Você sabia que a Constiuição Federal não prevê que os cidadãos tenham acesso ao conteúdo das leis que estão sendo votadas? Você acha justo apenas os lobistas obterem acesso vantajoso e intervirem nessas definições? Você acha possível ou necessária uma iniciativa que una Gestão Eletrônica de Documentos e Colaboração Cidadã nesse tipo de demanda? Se não quiser responder aqui, envie para ciclovirtuoso@gmail.com
"Estamos numa sociedade de direito, democrática e com livre expressão. Ao contrário do período da ditadura, quando as leis e o papel do estado eram outro. Hoje o Estado deve ser acessível, antes obscuro. (...) Apesar de um parco conhecimento legal, vejo que há um círculo vicioso. Estes documentos que não foram abertos - vários do período como as fichas pessoais do Dops já foram classificados como acessíveis - considerados ultra-secretos, indicam decisões dos que atuavam no estado. Os militantes políticos julgados, que usaram de práticas de guerrilha também não foram anistiados conforme dita a Lei da Anistia: excetuam-se dos benefícios da anistia os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, seqüestro e atentado pessoal. Porém os torturadores não haviam sido julgados e por isso foram anistiados. (...) Com tudo isso penso que sim, temos ainda sob guarda do Estado muitos registros classificados como ultra secretos daquele período e de outros importantes da nossa história e que podem servir de prova de crimes relacionados ao exercício do poder. Para abrirmos os arquivos, temos de atuar e discutir a lei 11.111/05. Cabe o sigilo eterno para documentos estatais? O interesse público não deve permanecer acima das decisões de governantes? A transparência da coisa pública não é algo a ser almejado? Para abrirmos os arquivos, temos de atuar na lei 11.111."
UMA INICIATIVA PARA SOLUCIONAR:
II Simpósio Acervos da Ditadura
durante o
III Congresso Nacional de Arquivologia
Rio de Janeiro, 22/10/2008 - quarta-feira
LER O ARTIGO NA ÍNTEGRA:
http://www.enara.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=445
A SUA OPINIÃO:
Você sabia que a Constiuição Federal não prevê que os cidadãos tenham acesso ao conteúdo das leis que estão sendo votadas? Você acha justo apenas os lobistas obterem acesso vantajoso e intervirem nessas definições? Você acha possível ou necessária uma iniciativa que una Gestão Eletrônica de Documentos e Colaboração Cidadã nesse tipo de demanda? Se não quiser responder aqui, envie para ciclovirtuoso@gmail.com
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