Este foi o título usado pelo jornalista Arnaldo Jabor em uma crônica publicada em jornal. No
texto, ele comenta como o economista Paulo Rabello de Castro, diretor do Instituto Atlântico, o convenceu de que há perspectivas para que o status quo nacional seja melhorado. "Eu o considero um mix:
visionário do pragmatismo", expressou Jabor.
"O verdadeiro visionário enxerga o óbvio que ninguém vê. No caso do Rio e em (outros municípios) nosso labirinto 'corrupto-burocrático-indolente-incompetente-paralítico' é tão impenetrável, que a melhor maneira de combatê-lo seria
acoplar fatos e obras novas, inéditas, não testadas que reajam contra o sistema velho,
criando oposições, alternativas e corroendo velhos hábitos".
Alguns exemplos de desenvolvimento socioeconômico citados são:
- uma legislação especial que desse conta do vazio deixado pelo sumiço do Estado da Guanabara, talvez a criação aqui de uma Zona Franca Financeira;
- nas favelas e outras periferias de "invasão", a viabilização de títulos de propriedade aos moradores;
- em remotos subúrbios, poderia haver a criação de ZPEs (Zonas de Processamento de Exportação). Com mão-de-obra abundante, isso possibilitaria
condições reais de emprego e desenvolvimento.
"Não dá mais pé vermos de um lado os práticos homens do mal, dentro e fora da política, roubando e impedindo o progresso e, do outro lado, os desesperançados teóricos da análise crítica lamentando impossibilidades".
"As prefeituras têm de ser o lugar de experimentos imaginosos, células descentralizadas do 'novo', centros de experimentação de soluções maiores, células sim que podem regenerar as atrofias do Sistema maior".
Leia na íntegra!O que você pensa disso?
Com qual parte você imagina que se envolveria, na sua localidade?
O que já está acontecendo neste sentido?
O que falta para isso acontecer?